Simón LevyEs Posible
Simón LevyWashington, D.C.29 de outubro de 2026RelatoESPENPT
Gravura de uma ponte sobre um rio de mata à noite, um avião particular decolando e um relógio de bolso
Relato · Operação Alba · Es Posible

Cinco horas

O Brasil, minha família, Milei e a noite em que Flávio saiu vivo

Me chamaram de louco, mentiroso, troll. Eu disse ao vivo que Javier Milei teve tudo a ver com o resgate de Flávio Bolsonaro e que não passariam cinco horas. Esta é a história completa: de um mochileiro na Barra da Tijuca ao app que lancei no dia seguinte.

Prancha I · A ponte, o avião e o relógio. Gravura para o Es Posible.

Às oito da noite, horário de Buenos Aires, eu disse ao vivo.

Me chamaram de louco. Antes que se passassem cinco horas, Flávio Bolsonaro já tinha atravessado a ponte.

Simón Levy · 29 de outubro de 2026
Ouça o episódio · 35 min · com a minha vozCinco horas: Milei, Flávio e o app do Es Posible
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O relógio das cinco horas

Mova o ponteiro. Isto aconteceu entre as minhas palavras e a ponte.

Horário de Buenos Aires, terça-feira, 27 de outubro. Arraste o controle ou aperte o play.

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20:00
Horário de Buenos Aires

Fonte dos fatos das 22:50 e das 23:30: comunicado da Direção Nacional de Migrações da Argentina.

I
A origem

Um mochileiro na Barra da Tijuca

Me perguntam por que ando tão metido no Brasil. Se já esqueci o México. A resposta começa numa praia do Rio de Janeiro, com um rapaz de dezenove anos que não quis ir para a guerra.

Existe uma frase sobre Jerusalém que diz: se eu me esquecer de ti, é como esquecer a minha mão direita. Eu sou canhoto. Escrevo com a esquerda, não com os valores da narcoesquerda. Se eu esquecesse o México, esqueceria as duas mãos. É impossível.

Aquele rapaz era um mochileiro, entre a Itália e Israel. Rejeitou a guerra, não quis ser militar, e foi embora. Para onde? Para o Brasil. Para a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O mesmo lugar onde eu morei muitos anos depois.

Morou em Florianópolis, em Brasília e em São Paulo, na avenida Paulista. Não tinha um real no bolso. Começou a trabalhar com roupa, fez muitos amigos e começou a se dar muito bem. Num fim de semana, Uruguai. Em outro, Colômbia. Tinha uns vinte e um anos quando os amigos brasileiros disseram: vamos fazer a América. Em Nova York.

Ele respondeu outra coisa. Me disseram que no México tem mulheres lindíssimas. Vamos passar um fim de semana no México, em Acapulco, e de lá seguimos para os Estados Unidos, para tirar o green card.

Chegaram sem dinheiro a um terraço em Polanco, na avenida Arquímedes. Nessa mesma avenida eu abri o meu primeiro escritório, aos vinte e três anos. Alguém falou de uma festa num Lynis, uma daquelas cafeterias da época. Lá estava uma modelo lindíssima, de uma família de Ciudad Guzmán, em Jalisco. Ele disse: é agora.

Aquela moça é a minha mãe. Aquele mochileiro é o meu pai.

O meu avô não gostava dele. O que você vai fazer com esse mendigo? Namoraram quase seis anos. O fim de semana na Cidade do México virou quarenta anos. Se o meu pai chega uma hora mais tarde àquela festa, não conhece a minha mãe. Eu não existo.

Duas rotas que saem do Brasil

A do meu pai e a do Flávio

Toque em cada parada. O meu pai sonhou chegar aos Estados Unidos e nunca chegou. Décadas depois, outro homem saiu do Brasil rumo ao mesmo destino.

    Traço contínuo: o que aconteceuTraço pontilhado: o plano ou o destino
    “
    Se eu esquecesse o México, esqueceria a minha mão direita e a minha mão esquerda.
    Simón Levy
    II
    A lição

    Cada nascimento, um terremoto

    Quando eu nasci, a terra tremeu. Quando o meu irmão nasceu, tremeu de novo. Os meus pais diziam que era melhor parar por ali, que cada nascimento era um terremoto.

    O de oitenta e cinco eu vivi no colo do meu pai. Eu era um bebê, mas, acreditem ou não, me lembro perfeitamente. Ele me carregava enquanto ajudava nos escombros. Tinha uma fábrica na rua Regina, com umas trezentas costureiras que, graças a Deus, ainda não tinham chegado para trabalhar. O Memo, o homem que dirigia a caminhonete dele, morreu. Eu vi o meu pai levantar os escombros. Naquele mesmo dia nasceu o meu irmão.

    Isso me marcou para a vida toda. A história do meu pai é de muita luta, de muito sofrimento, de cair e levantar muitas vezes. A minha também. A minha vida inteira foi de empreender.

    O meu pai nunca chegou aos Estados Unidos. Sempre quis a cidadania americana. Desde pequeno ele me dizia: pelo menos você, tenha a sua residência lá. Eu tenho. Imaginem o que ele sente hoje quando vê o que estou fazendo nos Estados Unidos.

    Por isso o Brasil não é um assunto qualquer para mim. É a terra onde o meu pai começou do zero. E é, também, a peça que decide o futuro do México: é ali que se joga se o Foro de São Paulo, o narcorregime, continua de pé no continente.

    III
    25 de outubro

    A noite da apuração

    No domingo do segundo turno eu acordei estranho. A minha intuição dificilmente falha, e naquele dia ela falava comigo desde cedo.

    A primeira coisa que vi foi o voto dos brasileiros no Japão. O Flávio estava ganhando. Ótimo. Lá pelas oito ou nove da manhã comecei a ver a virada e senti um daqueles arrepios que vão até os ossos. Passei o dia de mau humor, sem saber direito por quê. Fui trabalhar e esperar a apuração.

    Naquele domingo aconteceu algo inédito no Brasil: o Supremo prorrogou a votação em duas horas no país inteiro, até as sete da noite. A apuração foi suspensa.

    Quando começou, o que eu via na tela não batia. Com uma fração mínima das urnas, o Lula disparava dez, onze pontos. No primeiro turno, nesse mesmo ponto, o Flávio estava nove à frente. Senti o arrepio de novo. Escrevi no Telegram e em todas as minhas redes: isso não está certo.

    Depois a vantagem fechou. O Flávio virou e chegou a ficar quase dois pontos na frente. Pedi os cortes: dez, vinte, trinta por cento. O meu prognóstico era de cinquenta e dois. Por um tempo pareceu que chegaríamos lá.

    Com quarenta por cento apurado comecei a ver a vantagem encolher. Um. Zero vírgula nove. Zero vírgula oito. Zero vírgula sete. O seu Jorge Armando Cisneros me escrevia: dá like, Levy. Respondi que já tínhamos perdido, que iam roubar a eleição. Eu não falo de balé nem de confeitaria. Fale comigo de números.

    Perto dos sessenta por cento eu disse à equipe do candidato: perdemos. Não, espera, eles diziam. Perdemos. Levantei da mesa e fui caminhar.

    E eu errei numa coisa. Digo isso porque não sou medíocre. No meu modelo havia uma margem para fraude, de um por cento. Nunca daquele tamanho. Eu subestimei.

    O meu primeiro instinto foi não escrever nada. Depois eu disse que não. Sempre a informação. Assim como corro para contar quando a notícia é boa, contei rápido que era irreversível.

    Algumas horas depois, já tinha sido tomada a decisão de tirar o Flávio do Brasil. Primeiro iam prendê-lo. E o que viria depois não era nada animador.

    “
    Sempre a informação. Mesmo quando dói, as coisas se dizem como são.
    Simón Levy, a noite da apuração
    IV
    A empatia

    Por que o Flávio

    Por que tanto barulho com o Flávio? Porque a história dele, guardadas as devidas proporções, é a minha.

    Trabalho há anos em toda a América Latina. Com a Keiko no Peru. Com Abelardo de la Espriella na Colômbia. Mas isto é outra coisa. É um ser humano que querem colocar na cadeia por disputar a presidência.

    Na noite de domingo, o ministro Alexandre de Moraes mandou que ele entregasse os passaportes, o comum e o diplomático. Na segunda, a Polícia Federal o notificou. Na terça, cancelou os passaportes.

    Eu vivi quase dez anos de perseguição, contra mim e contra a minha família. Mais de duzentas e cinquenta e sete auditorias na Cidade do México. Mais de dezesseis quando fui subsecretário. Mais de quinze em todas as campanhas que dirigi. A única coisa de que conseguem me acusar é de bater numa porta para defender o meu filho. Como eu não vou sentir empatia por um homem que querem destruir?

    Então coloquei toda a minha inteligência e toda a minha capacidade, e, graças a Deus, a possibilidade de colaborar, a serviço da única coisa que importava: resgatá-lo e mantê-lo vivo. Com quem para mim é o melhor presidente, o que está tirando essa praga do hemisfério, o presidente Trump. E com o cérebro de tudo isso, o secretário Marco Rubio.

    E o meu plano? Quer ver Deus dar risada? Faça planos. Na segunda eu ia anunciar a vitória. Na terça à noite eu ia dizer: olhem o que eu fiz para vocês.

    V
    27 de outubro

    Cinco horas

    Na terça de manhã eu publiquei: Flávio Bolsonaro já não estava no Brasil e seguia rumo aos Estados Unidos. Naquele mesmo dia, um funcionário do governo americano confirmou.

    Naquela terça, a Migrações da Argentina disse que não tinha registro da entrada dele. Era verdade. Ele ainda não tinha atravessado.

    Depois eu disse o que ninguém tinha dito: que Javier Milei teve tudo a ver com o fato de o Flávio estar vivo. A Argentina explodiu. Quinze minutos depois, o meu amigo Ghaleb me mandou o que dizia um influenciador com meio milhão de seguidores: que eu sou louco, mentiroso, que a embaixada já tinha me desmentido. Que Simón Levy não existe. Responde ele, me disse. Não. Eu estava no meio de manter uma pessoa viva.

    Às oito da noite, horário de Buenos Aires, Eduardo Feinmann, um dos melhores jornalistas da Argentina, me perguntou ao vivo o que tinha acontecido. Eu disse: posso adiantar que o presidente Javier Milei teve absolutamente tudo a ver com o fato de Flávio Bolsonaro estar vivo e livre.

    O senhor tem certeza? Porque é uma bomba. Totalmente, Eduardo. Com que segurança o senhor me diz isso? Com a segurança de quem tem a informação. O senhor vai ver. Não vão passar nem cinco horas para isso ser confirmado.

    Às 22:50, Flávio, a esposa e as duas filhas atravessaram a ponte internacional Tancredo Neves, para Misiones, com documentação válida e sem nenhum impedimento legal. Às 23:30 embarcaram num voo particular da Baires Fly. O plano de voo marcava Guayaquil. Quem informou foi a Direção Nacional de Migrações da Argentina.

    Entre as minhas palavras no ar e a travessia da ponte: duas horas e cinquenta minutos.

    Na madrugada, o Eduardo me ligou. Não consigo acreditar que o que o senhor me disse se confirmou. Me diga com quem o senhor trabalha. Respondi a única coisa que importava: a notícia não sou eu. A notícia é que o senhor Bolsonaro está vivo. Che, o senhor me matou, ele disse. Depois gravou um reel.

    Tenho muitos defeitos. Muitos. Mentiroso eu não sou.

    E deixo clara a minha posição. Vocês nunca vão me ver postar uma foto com o secretário Rubio ou com o presidente Trump. Tenho muitíssimas. Acho de muito mau gosto, coisa de gente insegura. Aquele jornalista disse, sem que eu insinuasse nada, que sou uma das pessoas mais próximas de Marco Rubio. Eu jamais me gabaria de uma relação. Ele é jornalista. Investiga. É tudo o que posso dizer.

    De domingo a quarta

    Quatro dias, em ordem

    Dom 25
    Segundo turno

    O Supremo prorroga a votação em duas horas em todo o Brasil, até as 19:00. A apuração é suspensa. Lula vence.

    Dom 25, noite
    Os passaportes

    Alexandre de Moraes manda Flávio entregar os passaportes, o comum e o diplomático.

    Seg 26
    A notificação

    A Polícia Federal o notifica da ordem.

    Ter 27, manhã
    Eu publico

    Flávio já não está no Brasil e segue rumo aos Estados Unidos. Um funcionário americano confirma.

    Ter 27
    Passaportes cancelados

    A Polícia Federal cancela os passaportes. A Migrações da Argentina diz não ter registro da entrada dele.

    Ter 27, 20:00
    Ao vivo com Feinmann

    Milei teve tudo a ver. Não vão passar nem cinco horas.

    Ter 27, 22:50
    A ponte

    Travessia pela Tancredo Neves com a esposa e as duas filhas, sem impedimento legal.

    Ter 27, 23:30
    O voo

    Avião particular da Baires Fly. Plano de voo: Guayaquil.

    Qua 28
    Nasce o app

    Ao vivo, lanço o Posible: todo o Es Posible em um só lugar.

    Fato confirmadoAlgo que eu disse ou fiz
    “
    A notícia não sou eu. A notícia é que o senhor Bolsonaro está vivo.
    Para Eduardo Feinmann, na madrugada
    VI
    Dois pesos

    Resgate para uns, fuga para outros

    Para a narcoesquerda, o caso do Evo foi resgate.

    O governo do México mandou um avião da Força Aérea, pago por todos os mexicanos, para tirar Evo Morales da Bolívia. Ali sim era resgate. O Flávio, eles chamam de foragido. Queriam prendê-lo. Essa é a doutrina de Andrés Manuel: a hipocrisia.

    E todos os dias é a mesma coisa. Não deem bola para esse louco. Arrumem três, quatro influenciadores, paguem e mandem bater com tudo. Eles comem, sonham e dormem pensando em mim. Se querem continuar me dando dinheiro nas redes, nem que seja para o meu chiclete, à vontade. Fica com a minha equipe. Eles merecem.

    Eu acredito que milhões de brasileiros estão felizes. Eu estou, porque o Flávio está vivo. E digo ao México: o Lula ganhou o Brasil. Não ganhou o continente. Somos mais de quarenta e cinco milhões de votos. Não existe outra opção.

    VII
    A resposta

    Por que nasceu o Posible

    Como eles ganharam no Brasil? Soltaram dinheiro para as pessoas e espalharam muito medo. É assim que o populismo ganha em todo lugar.

    Primeiro ele te deixa dependente. Depois te assusta com a ideia de perder o pouco que te dá. E, no meio, te deixa sem ferramentas para se defender sozinho: sem conhecer os seus direitos, sem entender o seu dinheiro, sem conseguir checar a quem você paga, sem um plano para o seu negócio.

    O meu pai chegou ao Brasil sem um real e ao México sem um peso. Começou com roupa e terminou com uma fábrica de trezentas costureiras. Construiu isso trabalhando. Eu o vi levantar escombros em oitenta e cinco. E eu passei quase dez anos me defendendo de uma perseguição. Se aprendi alguma coisa, é que a liberdade começa quando você sabe fazer as coisas por conta própria.

    Por isso estou democratizando habilidades. O que antes custava um advogado, um contador, um consultor ou anos de experiência, eu coloco nas suas mãos. No México, no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos. Em espanhol e em inglês.

    Assim nasceu o Posible. É toda a minha experiência e todo o meu conhecimento em um único app integrado, para você não se perder. As pessoas me diziam: o Escudo é incrível, os cursos, a contabilidade, o Cónsul, mas são tantas coisas que eu me confundo. Tinham razão. Agora está tudo num só lugar.

    Você escreve ou dita o que precisa, como falaria com um amigo. A sua aposentadoria. Uma dúvida de imigração ou de direito penal. Como se defender. Um plano de negócios para a sua loja de chocolate ou a sua mercearia. A quem você vai pagar. Nós medimos: ele economiza entre oito e dez horas por mês.

    Um exemplo rápido

    Do que você precisa hoje?

    Toque numa necessidade. Eu digo qual parte do Es Posible resolve.

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    O Es Posible é a casa de tudo isso. É a minha plataforma: as investigações e as denúncias que apresento às autoridades dos Estados Unidos, o Diario Geopolítico, os podcasts, os apps e a minha comunidade. E o México 2030, com quatro objetivos concretos, como tirar do Morena a maioria qualificada. No último fim de semana, cerca de três mil pessoas a mais se registraram.

    O populismo precisa de gente que não sabe, que depende e que tem medo. Uma pessoa que conhece os seus direitos, que ganha o próprio dinheiro e que checa os dados já não se compra com uma transferência nem se assusta com um boato.

    Deus, concedei-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as que posso, e sabedoria para distinguir umas das outras. Isto eu posso mudar.

    “
    Quando alguém abre os olhos, nunca mais consegue fechá-los.
    Simón Levy
    VIII
    Os três podcasts

    Ouça em português, espanhol ou inglês

    O mesmo episódio, com a minha voz, em três idiomas. Seis capítulos: por que o Brasil, a noite da eleição, por que o Flávio, o app, Milei e a entrevista, e as perguntas de vocês.

    Cinco horas: Milei, Flávio e o app do Es Posible
    PortuguêsCinco horas: Milei, Flávio e o app do Es Posible
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    Cinco horas: Milei, Flávio y la app de Es Posible
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    Five hours: Milei, Flávio and the Es Posible app
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    AFato confirmado

    Direção Nacional de Migrações da Argentina: em 27 de outubro, às 22:50, Flávio Bolsonaro, a esposa e as duas filhas entraram pela ponte internacional Tancredo Neves com documentação válida e sem impedimento legal; às 23:30 embarcaram num voo particular despachado pela Baires Fly com destino a Guayaquil, segundo o plano de voo.

    Brasil, 25 de outubro: a votação do segundo turno foi prorrogada em duas horas em todo o país, até as 19:00, e a apuração foi suspensa.

    Brasil: o ministro Alexandre de Moraes mandou Flávio Bolsonaro entregar os passaportes em 25 de outubro; a Polícia Federal o notificou no dia 26 e cancelou os passaportes no dia 27.

    Um funcionário do governo dos Estados Unidos confirmou em 27 de outubro que Flávio Bolsonaro seguia rumo aos Estados Unidos.

    BFonte própria

    O presidente Javier Milei sabia e participou da coordenação da operação, junto com o governo dos Estados Unidos. Eu disse isso ao vivo em 27 de outubro, às 20:00, horário de Buenos Aires. Nem Washington nem Buenos Aires confirmaram publicamente.

    A decisão de tirar o Flávio do Brasil foi tomada horas depois da eleição, diante do risco de que ele fosse preso.

    CAnálise e testemunho

    O que vi na noite da apuração, o meu prognóstico, a minha leitura de fraude e a minha leitura do populismo são meus e vão assinados.

    O Posible orienta com informação pública. Não substitui um advogado, um contador nem um médico.

    Todas as pessoas citadas têm a presunção de inocência. Assinatura: Simón Levy.

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